15

fev
Sobre metas, motivação e corrida

Já tinha algum tempo que eu me programava de começar a fazer alguma atividade física, porém, nunca fui fã de academia, acho caminhar bastante sem graça, tenho trauma de levar corridão de cachorro na bicicleta e estou sem grana para natação. Correr foi algo que iniciei em meados de 2013, quando estava morando em Ponta Grossa (na casa do meu pai) por um tempo, e eu gostava muito daquilo. Comecei com meu irmão, então era ótimo, pois eu tinha companhia, e pode parecer bobo, mas isso é um incentivo e tanto. No entanto, logo retornei pra Curitiba, e ao invés de continuar treinando, já que tinha uma pista de corrida bem atrás da minha casa, a falta de companhia e a correria do dia-a-dia me deixavam muito desmotivada. As vezes eu ia em um domingo de manhã, ou um final de tarde no sábado, mas esporádico, nada contínuo. As vezes, minha roommate me chamava pra ir com ela, e eu acabava indo, mas nunca dava continuidade porque chegava morta em casa.

Quando caí no desemprego eu poderia muito bem ter aproveitado o tempo livre e começado, seria ótimo, pois até arrumar alguma coisa eu já estaria no pique e, quando voltasse à rotina, seria mais fácil continuar. Ledo engano. Meses se passaram e eu estava mais sedentária que nunca. Procrastinar era a palavra de ordem “segunda eu começo”, mas aí chegava a segunda e batia aquela preguicinha, e assim por diante. Eis que quase 1 ano de desemprego, eu finalmente decidi fazer alguma coisa além de ficar trancada em casa e decidi dar o passo decisivo pra uma vida mais saudável. Em parte sim por saúde, em outra por estética, afinal, eu tenho 27 anos e já tenho pernas flácidas, dar uma endurecidinha não faz mal a ninguém, né nom!? Não é um post de dicas para começar, afinal, não sou educador físico nem personal trainer, mas sim sobre inspiração e motivação. Quem sabe eu inspire você a começar, também!?

Claro que fui atrás de algumas dicas na internet, deveria ter ido ao médico? Sim. Mas por motivos pessoais, atualmente estou sem condições, mas não tentem isso em casa, se vocês puderem, não pulem a visita ao médico e, se possível, um educador físico, também, eles vão te avaliar e te instruir, bem como te ajudar a escolher um tênis adequado para o seu tipo de pé, de pisada, etc., e assim você corre menos riscos de algo dar errado durante o treino (isso é uma dica?). Mas o mais importante é: não tente fazer ALOKA e querer correr 10km no primeiro dia, primeiro porque é obvio que você não vai conseguir (talvez a única coisa que você consiga seja uma entrada no hospital mais próximo), depois porque intensidade não necessariamente significa qualidade (mais uma dica? – talvez isso seja um post de dicas, afinal de contas).

Eu optei por começar com treinos leves, 4 dias na semana, por meia hora, alternando corrida e caminhada. No começo eu já estava morrendo no 3º minuto, então, bem dizer, eram mais de 20 minutos de caminhada. Ontem, quando completei duas semanas de treino contínuo consegui correr por 13 minutos direto. Pode parecer pouco pra quem está acostumado a correr 5/10/20km, mas pra mim foi uma vitória imensa. Para mim, extremamente sedentária, e que há anos não praticava nenhum tipo de atividade (com exceção das corridas esporádicas das quais comentei) é um grande feito, só posso dizer que a cada marca batida eu me sinto mais motivada. Por isso, não se forcem além dos seus limites, saibam reconhecer os sinais do seu corpo, se ele pedir pra parar, pare, no outro dia você tenta de novo, e de novo, até conseguir, seu preparo vai melhorando a cada dia. Eu achava que nunca ia conseguir correr 1km sem estar morrendo e agora estou fazendo 2. Tudo é uma questão de não desistir, de não parar porque você acha que o caminho vai ser longo e árduo, atividade física não é fácil, mas é compensadora.

Por fim, não costumo fazer uma listinha de metas para cumprir no ano, pois tenho muito medo do fracasso, mas quero me comprometer comigo mesma a chegar em dezembro/2017, quem sabe, na marca dos 10km. Eu acredito, mas se chegar alguma coisa perto disso eu já fico muito feliz =D


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18

nov
Música de sexta: Miss You – Gabrielle Aplin

A música de sexta hoje é a nova da minha cantora favorita, Gabrielle Aplin (já falei dela alguns anos atrás nesse post), foi lançada no último dia 9, mas como acabei não postando na sexta passada deixei pra essa. Eu to simplesmente apaixonada por ela, é um pouco diferente dos trabalhos anteriores da Gabrielle, mas é linda demais, toda fofinha, eu to doida por um álbum novo dela, espero que não demore muito.

Espero que gostem da música de hoje, ela já é muito especial pra mim. Um ótimo final de semana pra todos!


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30

out
3 dicas de filmes recentes para curtir o Halloween

Está chegando a data comemorativa mais divertida do ano (ao menos no calendário norte-americano), mas se aqui não temos toda a tradição de abóboras, festas e doces ou travessuras, podemos nos reunir com a turma em casa numa programação de arrepiar os cabelos. Já disse aqui algumas vezes sobre meu fascínio pelo universo de horror, desde quando era criança, adorava quando era sexta-feira 13, porque o SBT sempre passava algum filme do gênero no Tela de Sucessos, hehe. Enfim, separei três filmes recém lançados – desse que é meu gênero favorito -, os quais já assisti e aprovei. Abaixo você confere as diquinhas e no fim do post coloquei meu top 5 de filmes favoritos – e/ou que mais me assustaram. Divirtam-se e Happy Halloween!

Quando as Luzes se Apagam (Lights Out)

Lançado em meados de agosto, Quando as Luzes se Apagam é assustadora, dá bons sustos, mas é suportável, não me deixou traumatizada, mas achei a história bem bacana. No filme, Rebecca (Teresa Palmer) se dá conta de que o irmão mais novo, Martin (Gabriel Bateman), tem recebido a visita nada agradável de Diana, um espírito que já a atormentou quando criança e que tem uma relação esquisita com sua mãe. Diana não gosta da luz, portanto, adora aparecer a noite e/ou quando as luzes estão apagadas e a escuridão toma conta do lugar. Rebecca precisa encontrar uma maneira de se livrar dela, e acaba descobrindo o real motivo da ligação de Diana com sua mãe. Na escala de sustos de 0 a 10 eu daria 6,5, mas gostei muito da história dele, bem como as atuações e personagens.

Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2)

Invocação do mal lançou na metade desse ano e já andou arrepiando os cabelos de muita gente, incluindo os meus. Trazendo novamente o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine (Vera Farmiga) Warren à ação em mais caso surpreendente, Invocação do Mal 2 é impecável quando o assunto é susto, e também não deixa nada a desejar na história. Mais um vez tratando de um dos casos famosos do casal, o filme se passa dessa vez em Londres, quando eventos horripilantes começam a acontecer em uma antiga casa no norte da cidade. Mas apesar de querer ajudar a família, e a pequena Janet (Madison Wolfe), que vem sendo o alvo principal da entidade, Lorraine fica dividida quando estranhas visões sobre seu marido começam a perturbá-la. Sim, esse filme me tirou o sono por uma semana e meia, pelo menos. A Vera Farmiga é maravilhosa, amo essa mulher, e ela nessa franquia é tudo de bom. A produção é simplesmente fantástica, bem como as atuações, destaque para a pequenina Madison, que arrasou no papel de Janet. Escala de susto de 0 a 10 é 11. Tenho muito medo de filmes de demônios e fico muito impressionada, por isso, esse tipo de filme tende a me deixar mais assustadas que os demais, mas vale muito a pena a experiência.

O Homem nas Trevas (Don’t Breathe)

O mais recente da lista, lançado no começo de setembro aqui no Brasil, O Homem nas Trevas se distancia dos demais por não ter um tema sobrenatural, mas é tão assustador quanto. Quando os jovens Rocky (Jane Levy), Alex (Dylan Minnette) e Money (Daniel Zovatto) ganham a vida invadindo e roubando casas. No entanto, quando surge uma oportunidade de conseguir uma grande quantia em dinheiro, guardada na casa de um ex-fuzileiro de guerra, velho e cego, eles acreditam que será como tirar doce de uma criança. O que eles não poderiam imaginar era que o senhor não era assim tão indefeso como eles imaginavam, e agora, precisam rezar pra conseguirem sair vivos de lá. Ele é daqueles filmes cheios de tensão e a história é muito bem bolada. Na escala de sustos, eu daria 7,5, mas além do susto ele tem todo aspecto de nojinho e ódio que se misturam com a agonia, difícil descrever, mas num geral, gostei bastante.

Meu Top 5

. O Iluminado (The Shinning – 1980)
. Invocação do Mal (The Conjuring – 2013)
. Horror em Amytiville (The Amityville Horror)
. O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chain saw Massacre – 1974)
. A Hora do Pesadelo (Nightmare in Elm Street – 1984)


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27

out
Era uma vez: Para Sempre Cinderela (1998)

Lembra quando falei que eu iria iniciar uma série de posts sobre live-actions de contos de fada, neah!? Pois então, esse é o primeiro da lista e, antes de mais nada, eu gostaria de avisar que as história serão bem detalhadas, então se você ainda não viu o filme do post, deve saber que haverá muito spoiler. A intenção desses posts das live-actions é exatamente isso, comparar as histórias e seus detalhes, por isso spoiler é inevitável. Vamos ao que interessa.

Esse é um clássico da sessão da tarde que cresci assistindo. Drew Barrymore vive Danielle aka Cinderella. Aquela velha história da mãe que morreu quando ela era uma criança, o pai se casou com outra mulher que tem duas filhas de outro casamento. Mais tarde o pai morre e descobre-se que a madrasta é uma megera e aí vocês já sabem a história. Apesar desse filme ter alguns detalhes diferentes, a premissa é a mesma dos outros filmes da Cinderella. Continue lendo »


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