18

out
4 séries de terror adolescente do momento
em SériesTV

E aí, tudo bem? Hoje vim trazer um tema com dicas e reviews de algumas séries que venho acompanhando, e notei uma certa inclinação das produtoras americanas pelo gênero de terror, e principalmente, terror envolvendo crianças e adolescentes. Não vou mentir, ADORO! Eu sempre tive essa síndrome de Peter Pan, e como já devo ter falado aqui, sou uma grande entusiasta dos filmes e séries de suspense/terror. Aí que resolver juntar tudo isso em um post e apresentar o que está em alta nas telinhas da gringa. Chega mais!

Stranger Things

Vamos começar com a queridinha do momento, a qual dispensa apresentações, Stranger Things, o grande trunfo da Netflix. A série fez um sucesso absurdo, já tem segunda temporada confirmada, e essas fofuras de elenco mirim vem arrancando suspiros e fazendo todo mundo vomitar arco-íris por aí. Eles roubaram a cena no EMMY, no último domingo (18), e têm colecionado entrevistas divertidas e fãs pelo mundo todo. Mas vamos falar do que importa. Há quem discorde com a inserção da série no gênero de horror e sim como sci-fi, já eu a classificaria como um sci-fi/horror, pois não deixa de ter um pouco dos dois, mas concordo que acaba pendendo mais pro lado do sci-fi. Independente de rótulos, a série foi aclamadíssima pela crítica, tanto pela especializada, quanto pela crítica fervorosa dos espectadores de plantão. Creio que o grande ponto alto quando falamos em Stranger Things são as referências a grandes clássicos dos anos 80, tais como E.T., Os Goonies, Conta Comigo, etc., e vários easter eggs perdidos pelos episódios.

Além disso o elenco foi um prato cheio pra todos que puderam apreciar essa série, o núcleo infantil merece uma surra de aplausos, um entrosamento e química incrível, alívios cômicos sensacionais da parte do personagem Dustin (Gaten Matarazzo), e a interpretação da fofíssima da Millie Bobby Brown como a Eleven que, mesmo com poucas falas, conseguiu se expressar tão bem. Adorei também o desenvolvimento da trama do núcleo adolescente, teve mistério, romance, clichês e quebra de clichês na medida. Fora isso, obviamente o núcleo adulto também não fica atrás, com Winona Ryder na pele de uma mãe em desespero após o desaparecimento de seu filho caçula, convence, emociona, achei que ela estava muito bem mesmo. E, é claro, também o David Harbour, como chefe de polícia Hopper, que teve uma evolução notável no decorrer da temporada. Por fim, com uma fotografia excepcional, Stranger Things encantou meio mundo, que já estão aqui, órfãos e ansiosos para uma segunda temporada ainda mais brilhante. Continue lendo »


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10

out
Vamos falar sobre live-actions de contos de fada?
em CinemaTV

Sim, eu queria muito falar sobre live-actions, mas você sabe o que é uma live-action? Vamos contextualizar. Segundo a Wikipédia:

Live-action ou live action é um termo utilizado no cinema, teatro e televisão para definir os trabalhos que são realizados por atores reais, ao contrário das animações. Em si, o termo “live-action” é considerado inútil ou redundante, uma vez que a maioria da media visual utiliza atores reais, porém, o seu uso é importante para distinguir os trabalhos em que, normalmente, se utilizaria uma animação, como em desenhos animados, videogame, histórias em quadrinhos, onde um trabalho de animação é adaptado, como por exemplo nos filmes Os Flintstones, Resident Evil e Superman.

Portanto, temos que o termo live-action é utilizado quando queremos nos referir a um filme e/ou série, feito com atores reais, derivado de uma animação. Nos últimos tempos tem havido uma onda bem grande de filmes e séries nesse formato, tais como as frequentes séries de super heróis e os filmes das princesas da Disney (vide A Bela e a Fera, que já falei aqui algumas vezes). Cresci assistindo animações, principalmente as das princesas, e adoro quando uma delas vai para além do desenho e toma forma em atores que adoramos (ou não), e com todo essa ansiedade que tem me tomado por conta de A Bela e a Fera, resolvi que precisa falar mais sobre esse estilo de filme por aqui. Muitas adaptações diferentes de vários contos já foram feitas até hoje (alguns exemplos na foto acima), desde os primórdios do cinema, seja da Disney ou de qualquer outro estúdio, elas sempre me encantam.

Adoro também quando há versões mais sombrias dessas histórias, aliás, A Bela e a Fera, inicialmente era um projeto do Guilhermo Del Toro, também com a Emma Watson, e seria justamente uma versão mais sombria da história, bem ao estilo Del Toro, eu estava animadíssima por ela, mas infelizmente ele acabou tendo que deixar o projeto. Para meu alívio, a Disney resolveu aproveitar o buzz que surgiu em torno da Emma para o papel, e resolveu chamá-la pra versão deles, o que também me deixa muito satisfeita. Por fim, aproveitando essa minha paixão por esse tipo de filme e o todo o furor atual que eles têm causado, resolvi fazer uma espécie de especial com filmes de contos de fada versão live-action, em que vou procurar falar sobre produções diferentes nesse estilo, dos mais antigos aos mais novos, e os que encontrar ao redor do mundo. Ainda essa semana vou postar o primeiro da tag Era Uma vez. Espero que gostem da ideia e dos posts que virão a seguir. Estou aberta a sugestões e indicações. Até mais!


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07

out
Conheça: Grace Vanderwaal
em MúsicaTV

Nunca tive paciência pra programas de calouro, aí em 2012 e 2013 fiquei viciadinha no X Factor US, e vez ou outra acompanhava o UK. Fato é que sempre aparece uma coisa ou outra que vale a pena ver, e há aquelas que a gente simplesmente se arrepende de não ter visto antes. Uma dessas pra mim foi o surgimento dessa pequena estrela chamada Grace VanderWaal. Grace é uma cantora e compositora da cidade de Suffern-NY, que se apresentou no America’s Got Talent, em junho desse ano. Mas o mais surpreendente nisso tudo é que Grace tem nada mais, nada menos, que 12 anos de idade. Sim, você leu direito, com apenas 12 anos a garota campõe músicas belíssimas, canta como gente grande e, tudo isso, embalado ao som de seu ukulelê. Sua voz é suave e rouca, me lembra muito a Kate Nash, inclusive na forma de cantar, com algumas pausas, como se ela apenas falasse. Seu som é um folk gostosinho, suas letras são simples e muito bem trabalhadas para uma garota de sua idade, tenho vontade de ouvi-la o dia todo. Só faltou mencionar que ela foi vencedora do programa no final do mês passado, mais que merecido.

Vídeo da audição com sua música original ‘I Don’t Know My Name’

Final do America’s Got Talent, novamente com música original ‘Clay’

Clique nos links a seguir pra ver as outras apresentações da garota no programa: [1] [2] [3]

Após ganhar o programa, a garota assinou contrato com a Columbia Records, gravadora de grandes estrelas da música, tais como Beyoncé, Adele e o músico Calvin Harris. Por agora, a agenda da pequena cantora tem estado bastante ocupada com alguns shows e participações em talk shows, ela já esteve com o Jimmy Fallon a Ellen Degeneres. A Grace também tem um canal no youtube em que ela toca e canta suas canções e alguns covers.

The Good Just Gets Better – Grace VanderWaal

E além de tudo isso, a pequena ainda é super vaidosa e muitíssimo estilosa. Sempre com looks fofos e um estilo meio clássico, meio contemporâneo, Grace arrasa também na moda. E dá pra notar que ela ama rosa e é uma forte adepta das golinhas Peter Pan.

Uma graça, não!? Bem, por hoje é só, espero que tenham gostado da dica, apesar de saber que muita gente já havia ouvido falar dela, afinal, ela virou um fenômeno e viralizou no momento em que entrou no palco programa. Mas se você estava fazendo retiro, foi abduzido, ou se encontrava em um mundinho paralelo, espero ter lhe mostrado algo novo e muito especial!


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17

ago
Séries teen que deixaram saudades
em SériesTV

Alerta de post nostálgico! Quem nunca foi adolescente e viciado em uma certa novela/filme/série que atire a primeira pedra, certo? O melhor então é quando essas séries nos lembram de uma época tão boa e nos trazem aquela saudade gostosa, aquela nostalgiazinha, uma vontade de voltar no tempo. Isso quando ela além de tudo ainda nos deixa vários ensinamentos e reflexões. Vou citar a seguir algumas séries que fizeram parte de minha adolescência e até início da fase adulta, séries que me divertiram, me ensinaram e me inspiraram. Espero que vocês também se identifiquem e tenham gostado delas tanto quanto eu.

One Tree Hill

Não tem como começar essa lista com outra série que não One Tree Hill. Comecei a assistir quando passava no SBT na época, Lances da Vida, lembram? Mas sempre pegava episódios aleatórios, até que resolvi acompanhar a série em sequência, desde o primeiro episódio, para entender melhor a trama. E não deu outra, me apaixonei mais ainda. A série gira em torno dos amigos do ensino médio da cidade fictícia de Tree Hill, Lucas Scott (Chad Michael Murray), Nathan Scott (James Lafferty), Brooke Davis (Sophia Bush), Peyton Sawyer (Hilarie Burton) e Haley James (Bethany Joy Lenz). A maneira como esse grupo se une ao longo do tempo é apaixonante e inspiradora, cada um com sua história e seus objetivos. Cada episódio era cheio de ensinamentos profundos e reflexões super pertinentes à vida dos adolescentes daquela época e dessa também. Quem não lembra do episódio com o trabalho de classe em que os alunos deveriam formar duplas a fim de conhecer um ao outro? Sem dúvida está no meu top 5 dos episódios favoritos, se não for o 1º. A maneira como One Tree Hill abordava a temática adolescente foi inovadora e maravilhosa, sem dúvida inesquecível. No entanto, devo admitir que eu sempre achei que o episódio final ideal teria sido aquele último da 4ª temporada. Até então, a série era perfeita, quando voltou para a 5ª temporada, com o tempo adiantado em 5 anos, se não me engano, foi bom por ter um pouquinho mais de One Tree Hill, mas achei que o principal da história se perdeu e virou em um dramalhão mexicano. Assisti até o começo da 8 e até hoje não consegui terminar, quem sabe um dia. E se você ainda não assistiu, eu super recomendou, apesar de não ter gostado da continuação, mas se você tem medo de não gostar, assiste até a quarta temporada que tá tudo certo.

The O.C.

The O.C. foi quase um estopim para séries de adolescentes nos anos 2000, em 5 de agosto de 2003 ia ao ar o seu primeiro episódio. Nele, Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), um menor infrator, rebelde e esquentadinho, conhece seu defensor público, Sandy Cohen (Peter Gallagher), um dedicado advogado, casado com Kirsten (Kelly Rowan) e pai de Seth (Adam Brody), um adolescente nerd e tímido, viciado por quadrinhos e videogame. Ryan vai parar na casa dos Cohen, uma simplória (só que não) mansão em Orange County, Califórnia. Lá ele conhece Marissa (Mischa Barton), vizinha dos Cohen, a típica pobre menina rica. O.C. tinha um ar de pura melancolia, tinha alguns alívios cômicos com Seth e Summer (Rachel Bilson), mas no geral era puro drama. A série de adolescentes ricos da California fez um tremendo sucesso, fosse para amar o casal vivido por Adam e Rachel, fosse para odiar a chata da Marissa (não sei vocês, mas eu sim), mas não vou mentir, eu adorava todo o drama. Confesso que o final não foi aquela coisa maravilhosa, com o passar dos anos a série perdeu muito de seu encanto, mas num geral, bate uma baita nostalgia pensa em The O.C.. Ah, e não sei se vocês ficaram sabendo, mas logo, logo, a série vai entrar no catálogo da Netflix. Já estou aqui esperando pra começar o remember.

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