31

maio

2017
After Laughter, do Paramore, é uma ferida aberta

Demorou, mas finalmente consegui fazer a resenha do After Laughter, o novo álbum da banda Paramore, lançado no comecinho do mês. Esse é o quinto álbum de estúdio da banda e o primeiro após dois grandes acontecimentos. De um lado a saída de um de seus co-fundadores e baixista da banda, Jeremy Davis, de outro, a volta de outro co-fundador, o baterista Zac Farro, que havia deixado a banda junto com seu irmão, Josh, em 2010. É interessante a gente notar como toda essa reviravolta refletiu, inclusive, no visual da Hayley, que apesar de já ter aparecido loira por algum tempo em outras fases, nunca havia incorporado isso de forma tão marcante à banda. E isso só prova que muita coisa mudou para Hayley nos últimos tempos, e isso é fácil notar também pelas letras das canções desse novo trabalho. Num geral eu curti bastante o álbum, apesar de notar uma vibe de mudanças, brigas, decepções e amadurecimento, que parecem ter sido as grandes influências nesse processo criativo.

Hard Times é a primeira do álbum e, consequentemente, foi o primeiro single, divulgado em meados de abril, com clipe já lançado (que está no post de 5 clipes da banda que postei aqui no blog). A música é viciante, daquelas bem chicletes, super dançante. Porém, como seu nome parece lembrar, ela fala de tempos difíceis, seria uma forma de expor um pouco seus sentimentos sobre a saída de Jeremy? Fica aí um quetionamento. A segunda faixa, Rose-Colored Boy, tem uma pegada bem anos 80, lembra um pouquinho alguns clássicos da época, é uma música super pra cima e uma delícia de ouvir. Ela fala sobre uma menina pessimista e um menino otimista, que enxerga o mundo colorido, e como ela gostaria que também pudesse enxergar as coisas dessa forma. Told You So, a terceira canção do disco, é também o segundo single desse trabalho. Seu clipe foi lançado no último dia 12, e já é sucesso garantido para a banda.

A primeira balada fica por conta de Forgiveness, a música de número 4. A sofrência é na medida, uma canção calma e muito bonita. Fake Happy, como o nome já diz, fala sobre quando precisamos fingir que estamos felizes, quando na verdade estamos tristes. Hayley sempre soube fazer excelentes críticas e desabafos em suas canções, e isso fica muito claro nessa faixa, que apesar de ser muito boa, reforça, mais uma vez, a infelicidade da cantora. Fechando a primeira metade do álbum, outra baladinha, 26, mais uma sofrência bem escrita e poderosa. Sua letra é a desilusão em carne e osso, outra bela canção.

E se o perdão não era possível em Forgiveness, em Pool parece que a desilusão foi deixada para trás. E incrível como essas faixas, bem como a 8, Grudges, parecem conectadas, como que numa sequência. Todas falam sobre diferentes estágios de uma enorme decepção, e sua evolução até o perdão. Me identifiquei muito com Caught In The Middle, a faixa de número 9. Assim como eu, a pessoa na música descreve uma grande nostalgia, e um medo enorme de envelhecer. E essa sou eu, e agora, que faltam pouco mais de dois anos para eu chegar aos 30, tenho me sentido cada vez mais dessa maneira. Voltando um pouco às origens, a faixa 10, Idle Worship, parece um pouco mais com o que já conhecíamos da banda, tanto na energia da melodia, como na ferocidade da letra e dos vocais. Gosto muito dessa canção. A faixa 12, de nome No Friend, uma espécie de interlúdio falado e pouco audível, com mais de 3 minutos de duração. Confesso que não tive paciência para ir atrás de saber se a letra dessa faixa possui uma lógica. Para fechar com chave de ouro, Tell Me How vem como uma facada no peito, uma dor de amor, de incertezas, do fim de uma era. O piano cai como uma luva e purifica a canção de um modo muito genuíno, a música mais bonita desse álbum para mim.

E aí, já ouviram de cabo a rabo? Quero saber o que acharam dessa nova fase da banda.


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22

maio

2017
Inspiração: Rainbow Hair

Faz tempo que não faço post de inspirações por aqui, mas inspirada na tia Ana Maria e seu programa sobre unicórnios na semana passada, resolvi fazer um todo colorido e cheio inspirações incríveis pra vocês sobre o rainbow hair. Traduzindo seria cabelo arco-íris, ou seja, coloridérrimo. Confesso que até bateu uma vontadinha de me aventurar pelo universo do arco-íris, porém, 1. meu cabelo já não é uma maravilha, ia ficar um belo bagacinho; 2. a manutenção deve ser chatinha e cara; 3. não sei se algum dia estarei preparada para abandonar o ruivo. Mas tudo que é bonito é pra se apreciar, não é mesmo? Então vamos lá!

Esse é clássico, todas as cores do aro-íris e super mega vibrante, alguns chamam de neon. Fica absurdamente lindo e dá um destaque único, com certeza você não vai passar despercebido.

Há quem prefira os tons mais pastéis e aposte nesse ar de cabelo de algodão doce. Como uma boa libriana que sou, não sei dizer qual prefiro, pois é tudo muito lindo e lúdico. Pena que não dá pra escolher todos, me facilitaria um bocado.

Mas se umas querem cores bem vibrantes, outras preferem esconder as cores lá no meio do cabelo, ou na parte de baixo, assim, quando o cabelo está solto está normal, mas adquiri um charme todo especial quando preso. Sensacional esse estilo, com meio coque ou rabo de cavalo deve ficar maravilhoso.

Mas se você não quiser fazer tanta mistura de cor, dá sempre pra optar pelas favoritas, ou as que ornam mais entre si, ou, então, deixar uma cor predominar, seja com tons de azul, verde ou rosa, ou o que for. Vai dizer, impossível ficar feio.

E vale lembrar, que antes mesmo da moda surgir com essa força por aqui, Marimoon já desfilava suas madeixas coloridas pra lá e pra cá, podemos dizer que ela é uma das pioneiras do estilo aqui no Brasil. Aliás, a mari já teve o cabelo de praticamente todas as cores, eu adorava assistir o acesso, já ficava esperando qual seria a nova cor do cabelo dela.

E atualmente também temos outra musa do rainbow hair no Brasil, a youtuber Lully de Verdade. Aliás, quem não conhece o canal da Lully, deveria conhecer, ela fala sobre cinema e dá várias dicas e críticas por lá. Legal ver como a Lully começou só com as pontinhas coloridas, e com o tempo foi pintando mais e mais, até chegar à raiz.

Estou completamente apaixonada, mas acho que vou segurar a empolgação. E aí, me conta se você já fez esse procedimento ou se pretende fazer.


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19

maio

2017
Música de sexta: lançamentos da última semana

Vamos encerrar essa semana de produção intensa (wow, quem vê pensa!) com uma listinha de lançamentos musicais da semana. O mundo pop esteve em polvorosa nos últimos 10 dias, muita coisa aconteceu, teve Miley renascendo das cinzas, linda e fresh, teve Shakira e boy dela muito maravilhosos, teve Katy Perry sendo polêmica (pra variar), e teve mais. Vem conferir!

Malibu – Miley Cyrus

Finalmente aconteceu o lançamento de Malibu, o tão aguardado novo single da Miley Cyrus. Numa vibe tão positiva, com make estilo cara limpa, cara de saúde, e um pézinho no country. Achei muito legal essa transição, pois é algo que está na veia dela, acho que mais cedo ou mais tarde isso acabar acontecendo, e aconteceu em um momento de redescoberta, o que é ainda mais bacana, e a música é muito gracinha.

Me Enamoré – Shakira

Teve também, na sexta-feira, dia 12, o lançamento do clipe de Me Enamoré, da Shakira. Ela toda linda esfregando na nossa cara essa felicidade e esse boy tudo de bom que é Piqué. A música é super fofa, e o clipe ficou lindinho, também, com a ilustre presença do maridão, com direito a apertão na bunda e tudo.

Bon Apéttit – Katy Perry

Agora, quem causou mesmo foi a Katy Perry, que lançou o clipe de seu single Bon Appétit, toda numa vibe canibalista que ninguém entendeu muito bem, mas que tinha muita crítica ao universo da indústria pop inserido no meio. Teve quem gostou e achou a crítica excelente, teve quem achou nojento e disse que perdeu o apetite (?) e teve eu, que não viu nada demais, nem de um lado e nem do outro.

No Promises feat. Demi Lovato – Cheat Codes

E na última terça-feira (16), teve Demi Lovato maravilhosa em sua parceria com o grupo Cheat Codes, No Promises, já está indo pra minha playlist. Música bem pop, com um toque eletrônico que a gente curte, e a diva Demi arrasando no vocal, tem como dar errado?

Bad Liar – Selena Gomez

Vamos esquecer os videoclipes e falar apenas de áudio, já que hoje também foi liberada Bad Liar, a nova da Selena Gomez, e está T U D O D E B O M! A Selena engrenou nessa de fazer música sexy, e não é que deu certo? A bicha tá arrasando, e Bad Liar tem essa pegada bem sensual, de voz mansa, baixinha como se sussurrasse no pé do nosso ouvido, é relaxante e instigante, adorei!

Switch. feat Anitta – Iggy Azalea

E tem essa quentíssima. Não, você não leu errado, tem Anitta internacional, SIM! Depois do bafafá que deu por causa da capa do single, uma vez que é feat. Anitta, mas tem apenas a menção dela e uma Iggy tomando conta da capa toda, finalmente lançaram a bendita música. E apesar de ter tão pouquinho de Anitta, que canta o refrão em inglês, eu gostei muito da música, é pra dançar mesmo, muito. Viciei? Sim, viciei, mas agora quero clipe, e quero Anitta rainha arrasani rebolando até o chão.

É isso, reza a lenda que semana que vem tem mais, fiquemos no aguardo!


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18

maio

2017
Me rendi ao batom vinho + batons vinho acessíveis
em Beleza

Sim, eu sei que já tem anos que ele está circulando por aí e que está longe de ser uma novidade, mas tem só algum tempo que eu comecei a me arriscar em tons mais escuros e diferentões, e no mês passado me vi numa corrida intensa para encontrar um batom vinho lindão (e dentro do meu orçamento) para uma formatura. Acabei não encontrando o tom que eu realmente queria, mas me vi ousando e usando um roxão poderoso, coisa que eu nunca havia feito antes por pura insegurança. Pra não dizer que eu nunca tinha usado batom vinho, eu ganhei um uns dois anos atrás numa promoção da Que disse Berenice? e acabei usando ele umas poucas vezes. Me tirou totalmente da minha zona de conforto, e olha que esse é um batom bem clarinho pra quem está acostumado com cores mais fortes. Eu vou mostrar esse e os que adquiri recentemente logo abaixo.

1. Grenat Glam Make B. Modern Asia(O Boticário) – R$37,90

2. Cereja Ultramatte (Avon) – R$24,99

3. Vinhex (Quem disse, Berenice?) – R$25,90

Infelizmente Curitiba não é uma cidade que recebe muito sol, então é muito difícil conseguir uma iluminação natural decente, e a cor na foto nunca fica igual como é de verdade. Mas é o que tem pra hoje. 1. O Grenat Glam é um lançamento da linha Make B. de O Boticário, que se chama Modern Asia, inspirada nas tendências pop asiáticas. Junto com ele foram lançados outras 3 cores, todas elas receberam duas versões, a líquido matte (foto) e a versão cremosa em bala. Eu estou viciada nele, com uma passada ele fica um vinho lindo, e com duas fica um roxão pirigótico maravilhoso. Sério, eu tenho usado ele toda semana, o acabamento é bem sequinho, dura super bem e tem um cheirinho mega bom. 2. minha mais nova aquisição é o Cereja Ultramattte da coleção Ultra Color Ultramatte da Avon e eu estou amando a cor. É bem o que eu estava procurando no começo, um vinho bem poderoso, mais pro vermelho que pro roxo, diferente do Grenat Glam. 3. O Vinhex, da Quem disse, Berenice? tem acabamento cremoso e não tem uma cobertura tão intensa, ficando mais claro na boca que na embalagem. Ele é bem brilhosinho, e por isso acabou refletindo na imagem, mesmo sem o uso do flash, mas eu diria que ele é um vinho claro, que acentua um pouco o tom natural da boca, mas que não destaca tanto quanto os anteriores.

E esse é o retrato de uma coleção que se inicia, se tiverem dicas de outros batons vinho acessíveis, me ajudem aqui também. Beijos e até mais!


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